Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

32 anos passaram sobre a morte de Maria Callas

Passam hoje 32 anos sobre a morte de Maria Callas, a diva americana de ascendência grega, considerada a maior celebridade da Ópera no século XX e a maior soprano de todos os tempos, pois o seu legado, para além da sua voz incomparável deve-se ao impulso que deu a um novo estilo de actuação e ao relembrar de óperas há muito esquecidas.

Dramático contudo, foram os seus anos de decadência e em em 16 de Setembro de 1977, ela simplesmente deixa de existir, pouco antes de completar 54 anos, no seu apartamento em Paris na sequência dum ataque cardíaco.

Deixo um apontamento da minha ópera favorita Lucia de Lammermor de Donizetti, "Regnava nel silencio" e "Quando rapito in estasi"

Quem quiser acompanhar aqui vai a letra, com a intervenção da mezzo-soprano Alisa

LUCIA

Regnava nel silenzio Alta la notte e bruna... Colpa la fonte un pallido Raggio di tetra luna... Quando sommesso un gemito Fra l’aure udir si fe’, Ed ecco su quel margine L’ombra mostrarsi a me! Qual di chi parla muoversi Il labbro suo vedea, E con la mano esanime Chiamarmi a si parea. Stette un momento immobile Poi rapida sgombra E l’onda pria si limpida, Di sangue rosseggio
ALISA

Chiari, oh ciel! ben chiari e tristi
Nel tuo dir presagi intendo!
Ah! Lucia, Lucia desisti
Da un amor cos? tremendo.

LUCIA

Io?... che parli! Al cor che geme Questo affetto ? sola speme... Senza Edgardo non potrei Un istante respirar... Egli ? luce a’ giorni miei, E conforto al mio penar
Quando rapito in estasi Del piu cocente amore, Col favellar del core Mi giura eterna fe’; Gli affanni miei dimentico, Gioia diviene il pianto... Parmi che a lui d’accanto Si schiuda il ciel per me!

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  • Um estremunhado à moda de mestre Funes, nem mais nem menos que o vice-Deus, nortenho e felizmente sportinguista.

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