
O antigo Presidente da República Ramalho Eanes defendeu hoje a necessidade de as elites nacionais serem "exemplares" na sua conduta, advogando a urgência de, a par do desenvolvimento material, "infra-estruturar" Portugal "em termos éticos".
"Acho que é necessário que as elites assumam as responsabilidades que lhes cabem. E uma das responsabilidades é serem competentes, verídicas e exemplares. A exemplaridade na política é fundamental porque é uma exigência ética", disse, em declarações à Agência Lusa, à margem do lançamento do livro "Capitão de Abril, capitão de Novembro", de Rodrigo Sousa e Castro.
Se fazer parte das elites, envolve os governantes, respectivos gestores públicos e demais agentes intermédios, como governadores do Banco de Portugal e outros, então pode dizer-se que o tal 25 de Novembro redentor não serviu para nada, eles não são competentes, não são verídicos nem servem de exemplo para ninguém. Que me perdoem algumas excepções.
"Acho que é necessário que as elites assumam as responsabilidades que lhes cabem. E uma das responsabilidades é serem competentes, verídicas e exemplares. A exemplaridade na política é fundamental porque é uma exigência ética", disse, em declarações à Agência Lusa, à margem do lançamento do livro "Capitão de Abril, capitão de Novembro", de Rodrigo Sousa e Castro.
Se fazer parte das elites, envolve os governantes, respectivos gestores públicos e demais agentes intermédios, como governadores do Banco de Portugal e outros, então pode dizer-se que o tal 25 de Novembro redentor não serviu para nada, eles não são competentes, não são verídicos nem servem de exemplo para ninguém. Que me perdoem algumas excepções.
Em blogues alheios
- Já foi publicado há uns dias mas só agora o apanhei, é impagável este dilema de ser profissional e macho, que o Rafeiro perfumado publicou. O diálogo entre a vozinha, que o impele a olhar para um decote e a sua consciencia profissional que o impede.
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