Sábado, 20 de Março de 2010

Medidas radicais em nome da justiça


Blogues alheios
  • Não me digas nada-Dia do pai dia do investidor-(Sou um grande pai, o meu principal investimento é o meu filho, faço tudo por ele, em nome dele hipotequei o futuro, não o meu, o dele e o de toda a sua geração)

***********

Oiço algumas vezes dizerem, que os ordenados os gestores das empresas privadas, não devem ter qualquer tipo de limitação que as empresa exactamente porque são privadas podem pagar o que quiserem e ninguém tem nada com isso.

Por acaso eu acho que não deva ser bem assim pelo que preconizo que acima dum determinado tecto salarial pré-estabelecido, os valores pagos não devem ser considerados como custos, pelo que devem ser adicionados à matéria colectável.

Não negando o direito duma empresa privada pagar aos seus gestores o que entender como justo, entendo que o pagamento de valores obscenos retira valor ao imposto a pagar por essas empresas, logo prejudica o colecta fiscal

É que me incomoda a frase que adivinho possa ocorre-lhes, "em vem de ir para o Estado vem para o nosso bolso"

Será radicalismo pensar assim ou apenas se trata de pensar em justiça fiscal ?

3 comentários:

mac disse...

Que são "valores obscenos"? Qualquer coisa acima dos 150 €?

Luís Maia disse...

Não, qualquer coisa acima do que ganha o presidente da República por exemplo
a meu ver as empresas poderiam pagar o que quiserem, mas a partir desse limite o valor não serão considerados como custos

Táxi Pluvioso disse...

No meu tempo a profissão mais prestigiante e bem paga era médico, agora é gestor (como é que não os inventaram mais cedo?).

Os meus blogues