Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Vida barata só nos Hipermercados

Em tempos de crise, nada que chegue a um dia económico e divertido nos Hipermercados.

Começar a visita por uma passagem pela zona das frutas Ninguém leva a mal que se prove uma ou 2 nêsperas, 1 dúzia de cerejas a título de prova, em várias passagens pelo respectivo expositor e mesmo 2 ou 3 ameixas podem complementar uma primeira fase alimentar saudável e completamente de borla.

Aos mais exigentes pode recomendar-se a táctica do cigano com filhos, que hoje aprendi. Pega-se numa embalagem de bananas da Madeira com 4 unidades já pesadas, uns passos mais adiante, perante o choro irritante dos putos previamente industriados nesse sentido.abra-se com ar desesperado a embalagem das bananas para as dar aos miúdos para brincar, enquanto o papel do preço fixado na respectiva embalagem esvai-se no desfazer da mesma.

Para aliviar eventual tensão, nada como um rebuçadito ou mesmo 2 que se obtém facilmente premindo o referido rebuçado contra as paredes da embalagem retirando-os com facilidade.

Uma passagem rápida pelos camarões congelados, pode ajudar ao necessário equilíbrio alimentar, não sendo difícil agarrar 2 ou 3 pelo bigodes e fazê-los escorregar para os bolsos.

No escaparate dos jornais pode sempre recolher-se o jornal preferido do dia e aproveitar para o ler à borla, sentado no banco da peixaria Apenas para evitar chatices, pode voltar a recolocar-se no respectivo escaparate (se não for muito longe) ou deixá-lo por exemplo na prateleira dos cosméticos, alguém há-de arrumar.

A parte da diversão já obriga a gastar dinheiro, porém pelo preço duma sopa Maggi 1,29 €, desde que escolha na fila de pagamentos ficar atrás duma velhota aí de 80 anos, pondo sem ela dar por isso, uma embalagem de preservativos.

Muito importante é não sair do Hipermercado, sem aviar a cagada do dia. Além de ficar com as mãos lavadinhas e a cheirar bem, vai ver a quantidade de dinheiro que poupa em papel higiénico ao fim do mês

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  • Efemérides musicais para o dia 27 de Junho
  • Em 1885 nasceu no Porto a violoncelista Guilhermina Suggia, faleceria em 30 de Julho de 1950 vitima de cancro

    O pai foi violoncelista no Real Teatro de São Carlos e professor no Conservatório de Música de Lisboa. No seio deste ambiente familiar Guilhermina terá começado a estudar música aos 5 anos, tendo seu pai como primeiro professor. A sua primeira aparição pública verificou-se quando tinha sete anos de idade, em Matosinhos.

    Com 15 anos apenas, Guilhermina respondeu a uma interpelação da rainha Dona Amélia sobre qual seria o sonho da sua vida, dizendo que gostaria de aperfeiçoar os seus conhecimentos musicais no estrangeiro.

    Uns meses depois a coroa portuguesa concedeu-lhe uma bolsa para estudar no local da sua eleição, o que possibilitou a ida, acompanhada pelo pai, para o conservatório de Leipzig, Alemanha, onde iria aprender com Julius Klengel, violoncelista da famosa Gewandhaus Orquestra


    Ouçamos aqui a sua interpretação da Kol Nidrei de Max Bruch

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