Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

Cristas prepara-se para lavar a água

A ministra do Ambiente apontou hoje o final de 2012 como prazo para conclusão do futuro modelo de gestão da água e rejeitou o desafio lançado pelo Bloco de Esquerda para um referendo quanto à matéria.

"Contamos ter o modelo todo reestruturado no final de 2012. A Águas de Portugal é para privatizar e a reflexão passa por perceber qual será o modelo mais adequado à situação completa que encontramos, num grupo com 42 empresas", afirmou Assunção Cristas, numa audição na Comissão Parlamentar do Ambiente e Ordenamento do Território.

A ministra realçou o passivo de 3.000 milhões de euros do grupo, com planos de investimento "pesados", e apontou a necessidade de resolver "o problema da disparidade de tarifas".

"É um recurso que tem de ser devidamente valorizado. A água custa dinheiro", afirmou Assunção Cristas.

Quanto ao desafio lançado pelo deputado do Bloco de Esquerda Luís Fazenda para que os portugueses fossem ouvidos nesta matéria, a governante respondeu: "Foi muito clara a posição do partido que venceu as eleições em relação a esta matéria".

Porque é que a linda Cristas não evita dizer mentiras ? O programa do PSD não aludia à privatização da água, um bem essencial que é do País e não deve ser objecto de privatização, não se atreveram a tanto em tempo eleitoral, como convém

O que é importante para já é saber-se como se chegou a um passivo de tal montante e que o "troika de dois" do PPD-CDS se prepara para fazer os contribuintes pagar para depois entregar limpinho como é habitual a um grupo de amigo, quiça angolanos, já agora

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  • Graxa
  • Novo mundo-Dez minutos-(No meu bairro, as miúdas costumam engravidar de um preto que mora na rua da minha mãe, mas não sei explicar porquê.)
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  • Efemérides musicais para o dia 26 de Setembro
  • Em 1967 Shostakovich estreia os seu Violino Concerto nº2 em dó sustenido menor op. 129, sendo solista ( não posia deixar de ser) David Oistrakh sendo Kiril Kondrashin o condutor A frente da Moscow Philharmonic.
    Um dia, Shostakovich resolveu escrever algo bem complicado e difícil para que Oistrakh passasse o maior trabalho. E fez este Concerto Nº 2. É complicado até de ouvir, não obstante a curiosidade dos “intensos diálogos” e repetições que o violino faz com insrumentos da orquestra.


1 comentários:

Táxi Pluvioso disse...

Ainda nos levam o vinho...

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