Não quero comentar o legítimo direito dos merceeiros defenderem o seu capital e os seus interesses, direito absolutamente igual ao dos consumidores optarem ou não por adquirir os produtos que comercializa nas suas mercearias.
Convém também assinalar que os idiotas dos sucessivos governos do bloco central, que têm dominado o País, entendem que não é preciso fazer contas nem estabelecer estratégias, que passam para além da defesa dos interesses dos seus próprios umbigos.
Como explicar que o simples exemplo dos milhões que todos os anos se escapam para Espanha, porque não existiu nunca a preocupação de corrigir o desfasamento de preços com a vizinha Espanha, porque patrioticamente os consumidores portugueses da zona fronteiriça
ali se deslocavam para fazer as suas compras e meter gasolina..
Rui Nabeiro O EMPRESÁRIO QUE PODE RECLAMAR O ESTATUTO DE SER SOLIDÁRIO, para com a sua gente, para além do direito de defesa do seu património e dos seus interesses, merece ser lembrado neste momento que se fala em patriotismo financeiro.
A Rui Nabeiro, ouvi eu dizer que os tempos de crise não são tempo de despedimento, se há crise deve-se encara-la de frente e todos junto, provavelmente iria ganhar menos, mas que sobretudo a crise seria o tempo de ser imaginativo, criando novos produtos e novas ideias de comercialização, tempo de desafio em suma.
O resto, são merceeiros, outros corticeiros e a corja do costume, que habitualmente usa imagens de patriotismo e de defesa dos consumidores apenas para adocicar a sua imagem de marca e atrair clientes.
Basta pensar um pouco sobre o verdadeiro significado de se importar leite, julgo que de Itália, para comercializar como produto de marca branca para venda nas suas mercearias , enquanto produtores portugueses deitam fora o leite das suas vacas.
Isto não é conversa barata, para vender produtos
Música para o dia 7 de Janeiro
Convém também assinalar que os idiotas dos sucessivos governos do bloco central, que têm dominado o País, entendem que não é preciso fazer contas nem estabelecer estratégias, que passam para além da defesa dos interesses dos seus próprios umbigos.
Como explicar que o simples exemplo dos milhões que todos os anos se escapam para Espanha, porque não existiu nunca a preocupação de corrigir o desfasamento de preços com a vizinha Espanha, porque patrioticamente os consumidores portugueses da zona fronteiriça
ali se deslocavam para fazer as suas compras e meter gasolina..
Rui Nabeiro O EMPRESÁRIO QUE PODE RECLAMAR O ESTATUTO DE SER SOLIDÁRIO, para com a sua gente, para além do direito de defesa do seu património e dos seus interesses, merece ser lembrado neste momento que se fala em patriotismo financeiro.
A Rui Nabeiro, ouvi eu dizer que os tempos de crise não são tempo de despedimento, se há crise deve-se encara-la de frente e todos junto, provavelmente iria ganhar menos, mas que sobretudo a crise seria o tempo de ser imaginativo, criando novos produtos e novas ideias de comercialização, tempo de desafio em suma.
O resto, são merceeiros, outros corticeiros e a corja do costume, que habitualmente usa imagens de patriotismo e de defesa dos consumidores apenas para adocicar a sua imagem de marca e atrair clientes.
Basta pensar um pouco sobre o verdadeiro significado de se importar leite, julgo que de Itália, para comercializar como produto de marca branca para venda nas suas mercearias , enquanto produtores portugueses deitam fora o leite das suas vacas.
Isto não é conversa barata, para vender produtos
Música para o dia 7 de Janeiro
1 comentários:
Por muito que me custe, tenho que concordar com o Soares dos Santos, por duas razões.
Primeira, há um limite para os impostos, limite a partir do qual já não fazem sentido, e tornam-se até contraproducentes para a economia. E Portugal já atingiu esse limite há muito tempo, a cobrança de impostos em Portugal é simplesmente absurda (e note-se também a caça à multa). Numa filosofia fiscal normal, as pessoas pagam para terem alguns apoios, em despesas que as transcendem, por isso é que são suportadas por todos: na saúde, na educação, nos transportes, no desemprego, na reforma, etc. e não é isso que está a suceder em Portugal, as pessoas não pagam para isso, basta ver o que está a suceder a esses serviços todos. Pagam para um buraco sem fundo, (e veremos quais serão as novas medidas de austeridade, mais impostos, talvez), que é uma dívida que nunca parará de aumentar. Este ano dizem que 20% do PIB vai para juros e dívida, ora, como a minha matemática é diferente, com certeza que esse valor atingirá os 30%. Não creio que esta seja a preocupação do Soares dos Santos, ele só sabe que está a pagar muito e a ficar mais pobre com isso. Talvez a sua preocupação principal seja a seguinte.
Segunda, é a expulsão de Portugal do euro. Porque esse é o plano B da zona euro, há que defender o euro a todo o custo, os países ricos, Japão, EUA, China etc., têm euros e não os querem perder. E a prioridade é proteger o euro. Não sei se a expulsão de certos países resolve o problema, mas isso é outra questão. E quem vive num país que vai sofrer uma troca de moeda deve sacar a massa de Portugal. E é isso o que os ricos fazem: proteger a sua riqueza de ser desvalorizada. Eu não consigo calcular qual será a desvalorização da moeda, nem qual será o aumento do custo de vida, mas se com a entrada no euro, ele subiu 100% de um dia para o outro, é natural que suceda algo idêntico ou pior.
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